A arquidiocese do Rio de Janeiro entrou com um pedido de indenização por uso indevido da imagem do Cristo Redentor pela Columbia Pictures no filme 2012. Na película, a estátua de 710m, é destruída no caos apocalíptico da trama. Além disso, a imagem aparece em alguns cartazes do filme de Roland Emmerich.

Apesar de aparecer somente por frações de segundo no longa, a Igreja defende a preservação desse símbolo religioso que vai além de uma das sete maravilhas do mundo moderno para os católicos. Não acho que houve, de forma alguma, uma perseguição ou outra mensagem subliminar no filme. A própria rede cinematográfica dos Estados Unidos mantém um diferente costume de auto destruição em filmes que retratam o apocalipse.

Afinal, quem não lembra de já ter visto a cabeça da Estátua da Liberdade rolando pelas ruas de Nova York? Acho que o filme apenas quis demonstrar que o fim do mundo destrói todas as construções faraônicas feitas pelo homem, independente do que isso represente para os seres humanos. Mas não leia no meu discurso algo contra algum tipo de religião, eu mesmo tenho as minhas crenças que, aliás, se igualam muito aos pensamentos do catolicismo.

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Comentários

  1. Arteira disse:

    Fala sério! O próprio título justifica ‘nós fomos avisados’, ou seja, a imagem do Cristo sendo derrubada nada mais significa (ao meu ver) que uma mensagem alertando sobre os ‘avisos apocalipticos’ da própria bíblia. O quanto o homem menosprezou o aviso de seu próprio Deus que agora caia sobre ele. Bobagem. Vai da interpretação de cada um (ou da ambição, quem sabe…)