Não sei se já repararam, mas é tudo tão igual e repetitivo que fica difícil falar algo novo. São diferentes formas de falar de amor, de desilusão e cantar para a tela e dizer alô, estou aqui com minhas emoções.

Eu tenho uma apreciação peculiar sobre clips específicos, mas em geral o que vejo é um refrão em agunia em um LP riscado, ou seja, disco quebrado. Desculpem a sinceridade, mas na minha humilde sabedoria talvez tente alertar para o novo, para a criatividade. Vamos lá, renascer das cinzas. Um fênix como um blog.

E para provar exatamente o contrário de tudo que relatei, vocês podem observar exemplos de perseverança e sintonia entre melodia, música e vídeo.

Yael Naim – The only One

ColdPlay – The Scientist