Brancas, negras, pardas, morenas, mulatas, gordas, magras, feias ou bonitas, porque elas não seriam perfeitas senão mulheres de papel? Essas sim, descartáveis, recicláveis, faca ou bisturi, seriam, então, unha e carne com os famosos Photoshops para editar control C, control V aqui e ali.

Porque não se aceitar mulher verdadeira, moça de face inteira e ser fiel à natureza daquilo que, por ventura, a genética descreveu sem a fôrma, de qualquer maneira. Assim, fiel escudeira de tua vida faceira. Mulher se aceita do jeito que és, ruga espinha, sem firulas nem menor chilique, seja feliz sem aquele aplique que de superficial pinta a tua classe e monta de boneca inflável a raiz das tuas bases, que os anos não trazem mais. Viva a vida, pele sua, toda nua, despida de todo preconceitos, dos preceitos mais inteiros a felicidade real e adquirida com a experiência da vida que só os anos irão te trazer. MULHER!