O terceiro filme da trilogia “A Múmia” promete muita aventura e ação de tirar o fôlego. Desta vez, Brenda Fraser vai interpretar o aventureiro contra um imperador chinês que vai acordar os mortais guerreiros de Xian de suas tumbas.

A previsão pra estréia é dia 1° de agosto nos cinemas de todo o mundo. Para quem assistiu e gostou de A Múmia e O Retorno da Múmia, vale a pena pagar o ingresso! Valeu?

A gente bate, rebate, entra em uma proposta intelecta de discussão. Pensamos profundamente sobre a pobreza, sobre a fome, o aquecimento global, o incremento da violência nas grandes cidades e sobre essa confusão: o Brasil, o mundo. A gente sabe também que atitude é o que falta, que a disparidade mata, e que o indigente não sabe o que é classe social, ele tem fome e de estômago é o que ele entende…

Difícil é tentar separar as classes, identificar as metades de um terço perdido. Das medidas só se sabe que classificar é uma tentativa de se enxergar e entregar a cara a tapa…

Vejamos uma mostra disso na música “Classe Média”:

Não sei se já repararam, mas é tudo tão igual e repetitivo que fica difícil falar algo novo. São diferentes formas de falar de amor, de desilusão e cantar para a tela e dizer alô, estou aqui com minhas emoções.

Eu tenho uma apreciação peculiar sobre clips específicos, mas em geral o que vejo é um refrão em agunia em um LP riscado, ou seja, disco quebrado. Desculpem a sinceridade, mas na minha humilde sabedoria talvez tente alertar para o novo, para a criatividade. Vamos lá, renascer das cinzas. Um fênix como um blog.

E para provar exatamente o contrário de tudo que relatei, vocês podem observar exemplos de perseverança e sintonia entre melodia, música e vídeo.

Yael Naim – The only One

ColdPlay – The Scientist